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    November 15

    ECOLOGIA - PRODUTORES, CONSUMIDORES E DECOMPOSITORES

    Ecologia

    Ciência que estuda a relação entre os organismos e seu meio ambiente.

     

     

    Esses estudos são divididos em plantas e animais.

    No estudo das plantas, a ecologia vegetal pesquisa como é a relação das plantas entre si,

    suas reproduções, sobrevivência, cultivo de espécies e preservação das mesmas.

     

    Já os estudos dos animais, através da ecologia animal, pesquisam a distribuição das

    espécies de acordo com as regiões, o comportamento das mesmas,  suas relações com

    outros animais e seu meio ambiente.

     

    A ecologia é também a pesquisa da relação entre plantas e animais, uma vez que

    várias espécies animais dependem das plantas para sobreviver.

     

    Relação ecológica entre produtores, consumidores e decompositores.

     

     

    Todos os organismos, sejam eles vegetais ou animais, dependem de outros para sobreviver.

    Juntos em um mesmo ambiente, formam o ecossistema daquele lugar, juntamente com outros

    fatores importantes como luz, umidade, tipo de solo, temperatura, etc.

     

    Dentro desses ecossistemas são formadas as teias de relações entre animais e plantas,

    em razão da dependência de uma espécie se alimentar através da outra.

      

    As plantas produzem seu próprio alimento, por isso são chamadas de produtoras.

      

    os seres que precisam se alimentar de outros seres vivos são considerados consumidores.

      

    As plantas carnívoras se alimentam de insetos e outros seres vivos, por isso não produzem

    seu próprio alimento, sendo consideradas consumidoras.

     

    Fungos e bactérias, que ajudam a transformar restos de animais e vegetais mortos em

    nutrientes para o solo, são chamados de decompositores.

     

    Existem ainda as cadeias alimentares, que são formadas pelos produtores, consumidores e

    decompositores.

     
    A toda essa relação entre seres vivos dá-se o nome de
    equilíbrio ecológico.

     
    June 11

    CIDADANIA

    O que é cidadania?
    cidadão 06/09/2005 às 18:04

     

    A o origem da palavra cidadania vem do latim “civitas”, cidade.

    A palavra cidadania foi usada na Roma antiga para indicar a situação política

    de uma pessoa e os direitos que essa pessoa tinha ou podia exercer.
    “A cidadania expressa um conjunto de direitos que dá à pessoa a possibilidade

    de participar ativamente da vida e do governo de seu povo. Quem não tem

    cidadania está marginalizado ou excluído da vida social e da tomada de decisões,

    ficando numa posição de inferioridade dentro do grupo social”.
    (DALLARI, Direitos Humanos e Cidadania. São Paulo: Moderna, 1998. p.14)

    No Brasil, estamos gestando a nossa cidadania. Damos passos importantes

    com o processo de redemocratização e a Constituição de 1988. Mas, muito

    temos que andar. Ainda predomina uma visão reducionista da cidadania

    (votar, e de forma obrigatória, pagar os impostos... ou seja, fazer coisas que

     nos são impostas) e encontramos muitas barreiras culturais e históricas para

     a vivência da cidadania. Somos filhos e filhas de uma nação nascida sob o

    signo da cruz e da espada, acostumados a apanhar calados, a dizer sempre

    “sim senho?, a «engolir sapos”, a achar “normal” as injustiças, a termos um

    “jeitinho’ para tudo, a não levar a sério a coisa pública, a pensar que direitos

     são privilégios e exigi-los é ser boçal e metido, a pensar que Deus é brasileiro

     e se as coisas estão como estão é por vontade Dele.

    Os direitos que temos não nos foram conferidos, mas conquistados. Muitas

    vezes compreendemos os direitos como uma concessão, um favor de quem

    está em cima para os que estão em baixo. Contudo, a cidadania não nos é dada,

    ela é construída e conquistada a partir da nossa capacidade de organização,

    participação e intervenção social.

    A cidadania não surge do nada como um toque de mágica, nem tão pouco a

    simples conquista legal de alguns direitos significa a realização destes direitos.

    É necessário que o cidadão participe, se envolva, construa conhecimentos e  

    faça valer os seus direitos. Simplesmente porque existe o Código do Consumidor,

    automaticamente deixarão de existir os desrespeitos aos direitos do consumidor

    ou então estes direitos se tornarão efetivos? Não! Se o cidadão não se apropriar

    desses direitos fazendo-os valer, esses serão letra morta, ficarão só no papel.

    Construir cidadania é também construir novas relações e consciências.

    A cidadania é algo que não se aprende com os livros, mas com a convivência,

    na vida social e pública. É no convívio do dia-a-dia que exercitamos a nossa

    cidadania, através das relações que estabelecemos com os outros, com a

    coisa pública e o próprio meio ambiente. A cidadania deve ser perpassada

     por temáticas como a solidariedade, a democracia, os direitos humanos, a

    ecologia, a ética.

    A cidadania é tarefa que não termina. A cidadania não é como um dever de casa,

    onde faço a minha parte, apresento e pronto, acabou. Enquanto seres inacabados

    que somos, sempre estaremos buscando, descobrindo, criando e tomando

    consciência mais ampla dos direitos. Nunca poderemos chegar e entregar a tarefa

     pronta, pois novos desafios na vida social surgirão, demandando novas conquistas

    e, portanto, mais cidadania.

     

    Fonte  http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/09/329060.shtml  2008/06/11

    June 07

    DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

                         Dia do Meio Ambiente: 7                                        

    DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

    30 de maio e vai até o dia 05 de junho

    O amor à natureza e o desejo de que ela seja preservada ou utilizada racionalmente pelo homem já podem ser verificados nos primeiros livros sagrados. Praticamente todos eles mencionam a vida das plantas, dos animais silvestres e do homem, como elementos integrantes do meio ambiente. Entre outros podem ser mencionados os Vedas, a Bíblia e o Corão. Diversos são os textos escritos, alguns deles, há quase 2.500 anos atrás na India cujos relatos mencionam uma preocupação acentuada com a conservação da natureza e vários são os líderes espirituais, entre eles Shiddarta Gautama, o Buda que demonstraram esta preocupação. Curioso é que São Francisco de Assis, tanto tempo depois, abraçaria os mesmos princípios, certamente sem conhecimento das crenças e filosofias pregadas pelos homens daquelas longínquas paragens. Além dos princípios religiosos, os homens santos veneravam o ar, a água, a terra (alimento) e o fogo (energia), todos considerados como partes integrantes do Cosmos e sem os quais não teríamos condições de vida. Procuravam demonstrar a inter-relação de todos os seres vivos e dos elementos abióticos que os cerca. Isso identifica a disciplina que hoje estudamos nas universidades sob o nome de Ecologia.
    O amor de Francisco de Assis demonstra abrangência universal. Poucos terão se irmanado tanto com o universo como ele, ao contemplar em seus retiros para meditação os elementos naturais, que chamava de “irmãos” – o sol, o ar, a água, as estrelas, as plantas e os animais. No seu extraordinário “Cantico al fratte Soli” louva a grandeza do Criador e todas as criaturas.
    Muitos anos depois, mais precisamente no ano de 1854, em resposta a uma proposta do presidente dos Estados Unidos Ulysses Grant, de comprar grande parte das terras de uma nação indígena, oferecendo, em troca, a concessão de uma outra “reserva” obteve-se como resposta do Chefe Seatle, aquele que tem sido considerado através dos tempos como um dos mais belos e profundos pronunciamentos já feitos a respeito da defesa do meio-ambiente. Neste pronunciamento, o chefe indígena faz um alerta contra a exploração predatória feita pelo homem branco, ao provocar desflorestamentos, a poluição da água, do solo do ar e ao dizimar populações animais, inclusive a do bisão americano, que quase foi levada à extinção pela caça indiscriminada. Enfatizava as conseqüências negativas desta degradação provocada pelo homem branco. Entre outras afirmações dizia o Chefe Seatle o seguinte : “O que ocorrer com a Terra recairá sobre os filhos da Terra. Há uma ligação em tudo”. Vale ressaltar que a visão “profética” do grande Chefe Indígena, acabou se confirmando com precisão admirável, demonstrando um profundo conhecimento das leis que regulam a natureza pois através das atividades do homem moderno ocorre hoje um processo de intensa degradação do meio ambiente.
    Em 1962, uma nova obra veio a causar grande impacto no meio científico e social, isto é, o livro Silent Spring (Primavera Silenciosa) escrito por Rachel Carson nos Estados Unidos que foi o primeiro brado de alerta, contra o uso indiscriminado de pesticidas e que teve repercussão mundial, contribuindo para que práticas conservacionistas como o Manejo Integrado de Pragas (MIP) passasse a ser implementado.
    Nesse processo de evolução das idéias e de comportamentos, surge a Declaração sobre o Ambiente Humano que foi estabelecida na Conferência de Estocolmo em 1972, cujos princípios tinham o objetivo de servir de inspiração e orientação à humanidade para a preservação e melhoria do ambiente humano, a qual foi seguida 20 anos depois, pela Conferência do Rio de Janeiro, a Rio 92, e mais recentemente pela de Joanesburgo na África do Sul, a Rio +10.
    Tudo isto, mostra que ocorreu uma grande evolução da sociedade, na forma de encarar os processos de desenvolvimento. Todavia, as mudanças nesta percepção ocorrem num ritmo mais lento do que seria o desejável para o não comprometimento dos nossos recursos naturais. Atualmente o chamado desenvolvimento sustentável é o único capaz de propiciar condições de preservar os recursos naturais e condições de vida saudável para as gerações futuras. Para que isto ocorra a educação ambiental tem uma importância extraordinária porque conscientiza e altera os padrões de comportamento do ser humano em relação à natureza. Segundo o conservacionista inglês Broad, “Na educação, reside a única esperança de se evitar a total destruição da natureza”. Que ela possa ser portanto, implementada maciçamente, em todos os locais de forma a conscientizar a todas as pessoas porque a educação ambiental reveste-se no mais importante instrumento para a preservação da natureza.


    Sérgio Luiz de Carvalho - Prof. Dr. da UNESP de Ilha Solteira

     

    FOTOS  DA APRESENTAÇÃO DO BALLET 4ªA - Música: "Aos olhos do pai"

     DSC03948 DSC03949 DSC03959 DSC03965  GRUPO NA FLOR ray1 RUTH UNIVERSO TODAS

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    April 15

    ÍNDIOS DO BRASIL

    Índios do Brasil

    Com fotos!

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    Sociedade indígena, escravidão e miscigenação, cultura indígena, índios brasileiros, educação indígena,
    arte indígena, tribos indígenas do Brasil, línguas indígenas, contato entre índios e portugueses.

     

    Introdução 
    Historiadores afirmam que antes da chegada dos europeus à América havia aproximadamente 100 milhões de índios no continente. Só em território brasileiro, esse número chegava 5 milhões de nativos, aproximadamente. Estes índios brasileiros estavam divididos em tribos, de acordo com o tronco lingüístico ao qual pertenciam: tupi-guaranis (região do litoral), macro-jê ou tapuias (região do Planalto Central), aruaques (Amazônia) e caraíbas (Amazônia ).


    Atualmente, calcula-se que apenas 400 mil índios ocupam o território brasileiro, principalmente em reservas indígenas demarcadas e protegidas pelo governo. São cerca de 200 etnias indígenas e 170 línguas. Porém, muitas delas não vivem mais como antes da chegada dos portugueses. O contato com o homem branco fez com que muitas tribos perdessem sua identidade cultural.

    A sociedade indígena na época da chegada dos portugueses. 
    O primeiro contato entre índios e portugueses em
    1500 foi de muita estranheza para ambas as partes. As duas culturas eram muito diferentes e pertenciam a mundos completamente distintos. Sabemos muito sobre os índios que viviam naquela época, graças a Carta de Pero Vaz de Caminha (escrivão da expedição de Pedro Álvares Cabral ) e também aos documentos deixados pelos padres jesuítas.

    Os indígenas que habitavam o Brasil em 1500 viviam da caça, da pesca e da agricultura de milho, amendoim, feijão, abóbora, bata-doce e principalmente mandioca. Esta agricultura era praticada de forma bem rudimentar, pois utilizavam a técnica da coivara (derrubada de mata e queimada para limpar o solo para o plantio).
    Os índios domesticavam animais de pequeno porte como, por exemplo,
    porco do mato e capivara. Não conheciam o cavalo, o boi e a galinha. Na Carta de Caminha é relatado que os índios se espantaram ao entrar em contato pela primeira vez com uma galinha.

    As tribos indígenas possuíam uma relação baseada em regras sociais, políticas e religiosas. O contato entre as tribos acontecia em momentos de guerras, casamentos, cerimônias de enterro e também no momento de estabelecer alianças contra um inimigo comum.

    Os índios faziam objetos utilizando as matérias-primas da natureza. Vale lembrar que índio respeita muito o meio ambiente, retirando dele somente o necessário para a sua sobrevivência. Desta madeira, construíam canoas, arcos e flechas e suas habitações (ocas ). A palha era utilizada para fazer cestos, esteiras, redes e outros objetos. A cerâmica também era muito utilizada para fazer potes, panelas e utensílios domésticos em geral. Penas e peles de animais serviam para fazer roupas ou enfeites para as cerimônias das tribos. O urucum era muito usado para fazer pinturas no corpo.

    A organização social dos índios
    Entre os indígenas não há classes sociais como a do homem branco. Todos têm os mesmo direitos e recebem o mesmo tratamento. A terra, por exemplo, pertence a todos e quando um índio caça, costuma dividir com os habitantes de sua tribo. Apenas os instrumentos de trabalho (machado, arcos, flechas, arpões) são de propriedade individual. O trabalho na tribo é realizado por todos, porém possui uma divisão por sexo e idade. As mulheres são responsáveis pela comida, crianças, colheita e plantio. Já os homens da tribo ficam encarregados do trabalho mais pesado: caça, pesca, guerra e derrubada das árvores.

    Duas figuras importantes na organização das tribos são o pajé e o cacique. O pajé é o sacerdote da tribo, pois conhece todos os rituais e recebe as mensagens dos deuses. Ele também é o curandeiro, pois conhece todos os chás e ervas para curar doenças. Ele que faz o ritual da pajelança, onde evoca os deuses da floresta e dos ancestrais para ajudar na cura. O cacique, também importante na vida tribal, faz o papel de chefe, pois organiza e orienta os índios. 

    A educação indígena é bem interessante. Os pequenos índios, conhecidos como curumins, aprender desde pequenos e de forma prática. Costumam observar o que os adultos fazem e vão treinando desde cedo. Quando o pai vai caçar, costuma levar o indiozinho junto para que este aprender. Portanto a educação indígena é bem pratica e vinculada a realidade da vida da tribo indígena. Quando atinge os 13 os 14 anos, o jovem passa por um teste e uma cerimônia para ingressar na vida adulta.

    Os contatos entre indígenas e portugueses
    Como dissemos, os primeiros contatos foram de estranheza e de certa admiração e respeito. Caminha relata a troca de sinais, presentes e informações. Quando os portugueses começam a explorar o pau-brasil das matas, começam a escravizar muitos indígenas ou a utilizar o escambo. Davam espelhos, apitos, colares e chocalhos para os indígenas em troca de seu trabalho. 
    O canto que se segue foi muito prejudicial aos
    povos indígenas. Interessados nas terras, os portugueses usaram a violência contra os índios. Para tomar as terras, chegavam a matar os nativos ou até mesmo transmitir doenças a eles para dizimar tribos e tomar as terras. Esse comportamento violento seguiu-se por séculos, resultando no pequenos número de índios que temos hoje.
    A visão que o europeu tinha a respeito dos índios era eurocêntrica. Os portugueses achavam-se superiores aos indígenas e, portanto, deveriam dominá-los e colocá-los ao seu serviço. A cultura indígena era considera pelo europeu como sendo inferior e grosseira. Dentro desta visão, acreditavam que sua função era convertê-los ao cristianismo e fazer os índios seguirem a cultura européia. Foi assim, que aos poucos, os índios foram perdendo sua cultura e também sua identidade.

     


     

    Canibalismo

    Algumas tribos eram canibais como, por exemplo, os tupinambás que habitavam o litoral da região sudeste do
    Brasil. A antropofagia era praticada, pois acreditavam que ao comerem carne humana do inimigo estariam incorporando a sabedoria, valentia e conhecimentos. Desta forma, não se alimentavam da carne de pessoas fracas ou covardes. A prática do canibalismo era feira em rituais simbólicos.


    Religião Indígena
    Cada nação indígena possuía crenças e rituais religiosos diferenciados. Porém, todas as tribos acreditavam nas forças da natureza e nos espíritos dos antepassados. Para estes deuses e espíritos, faziam rituais, cerimônias e festas. O pajé era o responsável por transmitir estes conhecimentos aos habitantes da tribo. Algumas tribos chegavam a enterrar o corpo dos índios em grandes vasos de cerâmica, onde além do cadáver ficavam os objetos pessoais. Isto mostra que estas tribos acreditavam numa vida após a morte.

    Principais etnias indígenas brasileiras na atualidade e população estimada 
    Ticuna (35.000), Guarani (30.000), Caiagangue (25.000), Macuxi (20.000), Terena (16.000), Guajajara (14.000), Xavante (12.000), Ianomâmi (12.000), Pataxó (9.700), Potiguara (7.700). 
    Fonte: Funai (Fundação Nacional do Índio).

    Pesquisa na internet em 15.04.2008, no site http://www.suapesquisa.com/indios/

     

    October 21

    ENERGIA - economize para você e para o mundo

    Cada equipamento possui uma taxa em watts que representa quanto ele “puxa de energia”.

    Para calcular o consumo dos seus equipamentos,

    e controlar melhor o valor da conta de energia no fim do mês,

    confira a tabela de valores abaixo.

      EQUIPAMENTOS

       POTÊNCIA (watts)

    EQUIPAMENTOS

       POTÊNCIA (watts)

     » Lâmpada fluorescente

      DE 15 A 65

     » Ar-condicionado

      DE 1.000 A 5.000

     » Lâmpadas incandescentes

      DE 15 A 200

     » Aquecedor central de água

      DE 1.500 A 4.000

     » Geladeira

      DE150 A 400

     » Rádio

      DE 50 A 100

     » Ferro Elétrico

      DE 500 A 1.500

     » Aspirador de pó

      DE 250 A 1.000

     » Chuveiro elétrico

      DE 2.500 A 6.500

     » Secador de cabelo

      DE 300 A 2.000

     » Torneira elétrica

      DE 2.500 A 4.500

     » Ventilador

      DE 100 A 500

     » Televisor

      DE 60 A 100

     » Computador

      DE 50 A 500

     » Máquina de lavar roupa

      DE 500 A 1.000

     » Tanquinho

      DE 200 A 300

     » Liquidificador

      DE 100 A 400

     » Forno Microondas

      DE 1.500 A 2.500

     » Máquina de lavar louça

      DE 1.200 A 2.700

     » Freezer

      DE 350 A 500

     

    Fonte: CPFL Energia

    FONTE: http://jc.uol.com.br/noticias/ler.php?codigo=60337&canal=237  2007/10/21

    September 07

    GEOMETRIA - FORMAS - CORES E TEXTURAS

     
     
    August 18

    FOLCLORE - PESQUISA

     

    O que é Folclore?

    A formação Artística divide-se em duas correntes a Erudita: de Caráter acadêmico, são as Artes Plásticas Propriamente ditas: Pintura,Escultura, Arquitetura ,Teatro , Musica e Dança . E manifestações que expressão elementos artísticos sem influência acadêmica,são tradições culturais transmitidas na grande maioria das vezes de forma oral , é o Popular: manifestações folclóricas como: Danças, Musicas, Religião, Festas, Brincadeiras infantis , Típicas, superstições, lendas, mitos dentre outras.

     

    O Folclore é : O conjunto de manifestações de caráter popular  de um povo, ou seja é o conjunto de elementos artísticos feitos do povo para o povo, sempre ressaltando o caráter de tradicional destas representações, sempre transmitidas  de uma geração para outra através da prática (os pais ensinam aos filhos, que desde pequeninos já praticam).

    O folclore varia bastante de um Pais para o outro, e até mesmo dentro de um Estado é bastante variável, pois as diferenças entre as regiões são muito grandes.

    No caso do Brasil  o folclore foi resultado da união da Cultura a partir da miscigenação de três povos (Europeu, Africano, Ameríndio ). O que resultou é que em muitas regiões brasileiras o folclore é muito diferente, pois devido as influências de cada um destes povos formadores do Brasil, algumas regiões apresentam uma maior tendência a uma origem mais detalhada, por exemplo, no Nordeste na zona Litorânea as presenças das influências indígenas, Portuguesas e negra são que quase igualadas, já mais para  o Sertão a presença da Cultura negra não é muito marcante como no litoral .

    Lembrando que as manifestações folclóricas brasileiras, na sua grande maioria são manifestações de caráter de um povo mestiço, ou seja, sofrem influência de diversas raças,mas apresenta características próprias e que também a grande maioria são manifestações completas em caráter artístico pois possuem elementos do Teatro, Dança, Musica e Artes Plásticas.


    O termo Folk-Lore foi empregado pela primeira vez em 22 de agosto de 1846. Donde fica agosto consagrado ao Folclore. Cultura, antropologicamente, é tudo aquilo que o homem faz, material e não materialmente, excluídas as necessidades fisiológicas. Também de difícil conceituação é a palavra povo. Aqui deve ser tomado como todos os participantes de uma comunidade. Folk-Lore, por ser formado de termos de duas línguas diferentes, leva a equívocos. Folk quer dizer povo; lore, o saber, o conhecimento, o costume. Pode-se afirmar: Folclore é o saber vulgar do povo. Não transmitido através de escolas e nem de livros e sim por imitação ou por força de tanto ver e ouvir.

     

    Para ser determinado como Fato inteiramente folclórico:

    a)        ser transmitido oralmente, de boca em boca, e não por meios eletromecânicos, como rádio, disco e livro.

    b)          ser social, praticado por muitos e não por uma só pessoa.

    c)          ser espontâneo, livre. Quando o professor dá um provérbio para ser analisado sintaticamente pelos alunos, aí não há o fato folclórico. já quando dito pelo mesmo professor ou pelos anos, espontaneamente, para explicar ou justificar um fato, nesse caso há o fato folclórico.

    d)          ser anônimo, não se conhece o autor de superstição,de uma dança popular, de um provérbio ou adivinhas

     

     

    FONTE:   http://www.brasilfolclore.hpg.ig.com.br/

    FOLCLORE

    Tema: folclore

     

    O tema folclore permite diversos direcionamentos durante as reflexões. Seguem algumas manifestações em sala:

    Questionando sobre a origem das lendas:

    “... Não havia iluminação nas ruas, e acho que nem ruas, então para proteger as pessoas para não serem atacadas por animais, ou mesmo se perderem, os mais velhos inventavam histórias para dar medo e desencorajar as pessoas. Quem sairia a noite sabendo que poderia ser atacado por uma mula-sem-cabeça?  Hoje, poucas pessoas acreditam, mas é uma história interessante e continuam a contar, é uma maneira de cultivar a lembrança de antigamente... Hoje em dia, os mais velhos ainda tentam controlar e proteger as pessoas e para isso usam o celular...”

    Questionando sobre Plantas medicinais

    “... Quando a pessoa está com dor ela procura um jeito de melhorar, muda de posição, toma água, qualquer coisa. Então alguém ficou com diarréia perto de uma goiabeira, não tinha nada para fazer, aí comeu a folha e melhorou. Contou para as pessoas que folha de goiabeira é bom para curar diarréia. As pessoas foram contando para os outros e hoje as pessoas tomam chá, que folha de goiabeira, que é melhor que comer a folha”.

     

    Flexibilidades  que o folclore permite:

    ·         Através do tema “Folclore”, estamos trabalhando em:

    ·         Experiências com horta e  reciclagem.

    ·         Resgate de fatos da vivência dos alunos, desenvolvendo escrita, leitura e interpretação, através de cantos, trava-línguas, lendas, adivinhas. 

    ·         Situando geograficamente as diferentes culturas nas regiões brasileiras, além de estudar os modos de vida dos povos.

    ·         A importância da troca de conhecimentos através da comunicação (Projeto Rádio).

    ·         Em educação artística a professora ensina a confecção de brinquedos e peças artesanais de lendas e costumes (bumba-meu-boi).

    ·         Em educação física desenvolvem coordenação, organização, respeito às regras, socialização, através de jogos e brincadeiras.

     

    No evento da Feira Cultural/2007 faremos exposição dos trabalhos que realizamos.

     

     

    May 17

    PROJETO RECICLAGEM

    As terceiras séries trabalham o Projeto Reciclagem. Vamos registrar aqui textos referentes ao tema.
     
    RECICLAGEM DE PAPEL

     

     

             

    O QUE VOCÊ PRECISA:

    · papel e água
    · bacias: rasa e funda
    · balde
    · moldura de madeira com tela de nylon ou peneira reta
    · moldura de madeira vazada (sem tela)
    · liquidificador
    . jornal ou feltro
    · pano (ex.: morim)
    · esponjas ou trapos
    · varal e pregadores
    · prensa ou duas tábuas de madeira
    · peneira côncava (com "barriga")
    · mesa

    ROTEIRO:

    A - Preparando a polpa:

    Pique o papel e deixe de molho durante um dia ou uma noite na bacia rasa, para amolecer. Coloque água e papel no liquidificador, na proporção de três partes de água para uma de papel. Bata por dez segundos e desligue. Espere um minuto e bata novamente por mais dez segundos. A polpa está pronta.

    B - Fazendo o papel:

    1. Despeje a polpa numa bacia grande, maior que a moldura.
    2. Coloque a moldura vazada sobre a moldura com tela. Mergulhe a moldura verticalmente e deite-a no fundo da bacia.
    3. Suspenda-as ainda na posição horizontal, bem devagar, de modo que a polpa fique depositada na tela. Espere o excesso de água escorrer para dentro da bacia e retire cuidadosamente a moldura vazada.
    4. Vire a moldura com a polpa para baixo, sobre um jornal ou pano.
    5. Tire o excesso de água com uma esponja.
    6. Levante a moldura, deixando a folha de papel artesanal ainda úmida sobre o jornal ou morim.

    C - Prensando as folhas

    Para que suas folhas de papel artesanal sequem mais rápido e o entrelaçamento das fibras seja mais firme, faça pilhas com o jornal da seguinte forma:

    · Empilhe três folhas do jornal com papel artesanal. Intercale com seis folhas de jornal ou um pedaço de feltro e coloque mais três folhas do jornal com papel. Continue até formar uma pilha de 12 folhas de papel artesanal.
    · Coloque a pilha de folhas na prensa por 15 minutos. Se não tiver prensa, ponha a pilha de folhas no chão e pressione com um pedaço de madeira.
    · Pendure as folhas de jornal com o papel artesanal no varal até que sequem completamente. Retire cada folha de papel do jornal ou morim e faça uma pilha com elas. Coloque esta pilha na prensa por 8 horas ou dentro de um livro pesado por uma semana.


    Efeitos decorativos

    Misture à polpa: linha, gaze, fio de lã, casca de cebola ou casca de alho, chá em saquinho, pétalas de flores e outras fibras.
    Bata no liquidificador junto com o papel picado: papel de presente, casca de cebola ou de alho.
    Coloque sobre a folha ainda molhada: barbante, pedaços de cartolina, pano de tricô ou crochê. Neste caso, a secagem será natural - não é necessário pressionar com o pedaço de madeira.
    Para ter papel colorido: bata papel crepom com água no liquidificador e junte essa mistura à polpa. Outra opção é adicionar guache ou anilina diretamente à polpa.

    Dicas importantes

    A tela de nylon deve ficar bem esticada, presa à moldura por tachinhas ou grampos.
    Reutilize a água que ficar na bacia para bater mais papel no liquidificador
    Conserve a polpa que sobrar: peneire e esprema com um pano.
    Guarde, ainda molhada (em pote plástico no congelador) ou seca (em saco de algodão).
    A polpa deve ser ainda conservada em temperatura ambiente.

     

     

    January 10

    DIÁRIO

    PROPOSTAS DE PROJETOS PARA SEREM DESENVOLVIDOS DURANTE O ANO 2007:
      PAZ
      LEITURA
      CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA
      RECICLAGEM
      SAÚDE
      ÁGUA E SOLO
      RÁDIO
      HORTA
      DATAS COMEMORATIVAS
     
    As expectativas, ações, cronogramas  e metodologias, serão formuladas junto com os alunos, pais (representando as comunidades de São Paulo e Osasco), corpo docente e direção da escola.
    As avaliações serão contínuas e abrangentes (considerando diversos fatores: inteligências múltiplas, participações, envolvimentos, registros e avaliações de aprendizagem no conteúdo trabalhado).
     
    Vamos procurar registrar o desenvolvimento por escrito e com fotos.
     
    Contamos também com o trabalho das especialistas em Educação Artísticas, Educação Física, Sala de apoio especial e Sala de Leitura, além de voluntários para desenvolver atividades em Informática, Projeto Rádio na Escola, Material oferecido pela "Horta Vertical -  http://www.hortavertical.com.br/por/default.htm?gclid=CI-Ltpf_2ooCFRssVAodER8F3g ".
     
    As participações dos responsáveis e voluntários são  fundamentais para o sucesso destas propostas.
     
    Convidamos "você" a fazer parte destes projetos e deixar sua marca tatuada neste universo.